Sempre haverão outros barcos


Por vezes vejo bons profissionais a não serem reconhecidos pelos seus conhecimentos, esforço e dedicação à empresa. Mesmo quando têm mais conhecimentos técnicos e experiência que a própria gestão da empresa.
Seria de esperar que uma gestão assim, valorizasse e fosse grata por um recursos desses na sua equipa.

Outras vezes vejo bons profissionais a transformarem-se em maus profissionais, porque passam a acreditar na desvalorização que lhes impõem. Conformam-se e resignam-se à má sorte da falta de uma liderança grata, chegando a culpá-los pela sua má performance.

Agora a pergunta fica, se um barco está a afundar será que temos que nos afundar com ele? Principalmente se o barco não é nosso?
Quantos profissionais na Segurança Alimentar é que fizeram toda a sua carreira na mesma empresa?
Será que por vezes não é necessário mudar de barco, se aquele aonde estamos não tem solução?

Este é um dilema sério. Um bom profissional pode fazer várias coisas para lidar com este desafio de não ser reconhecido pelas suas capacidades na empresa. Algumas sugestões podem ser:

1. Comunicar claramente com os gerentes e outros líderes da empresa sobre as suas habilidades e metas.
2. Procurar feedback regularmente para saber como está sendo percepcionado e o que pode ser feito para melhorar.
3. Voluntariar-se para projetos e tarefas que mostrem as suas habilidades e que contribuam para o sucesso da empresa.
4. Networking com outros profissionais da empresa e no setor, para ampliar sua visibilidade e oportunidades.
5. Aprender continuamente para manter-se atualizado e aprimorar suas habilidades.

A carreira é uma jornada de longo prazo e é importante ser paciente e persistente, mas deve ser decisivo quando vê momentos de perigo.

Esta semana estou a abrir uma nova turma para o Curso BRC 9 ICEBERGS. E para a promoção temos estado a fazer a comparação da viagem do Titanic e o seu triste fim. Quando comecei a fazer cursos online das normas de segurança alimentar, sempre pensei que as empresas iriam querer pagar estas formações aos seus colaboradores, porque ao fim ao cabo seria para melhorar o seu negócio.

A realidade é que havendo excepções obviamente, a maioria das pessoas que frequenta as minhas formações são a custo do seu próprio investimento, e fazem isso para serem melhores profissionais.

Hoje fica o meu tributo a esses, que lutam contra a maré, que não se deixam ir ao fundo e podem ter a certeza que há muitos barcos aonde sempre podem ser úteis e apreciados.

Bom fim de semana.

Clica aqui se quiseres conhecer o programa do curso BRC 9 Icebergs

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Catarina Quina Ribeiro